2026-03-29

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Pratos mais típicos de Lisboa: 10 que tens de provar já

É assim o Izakaya, o segundo restaurante de Tiago Penão, a poucos metros do Kappo. No menu, são várias as opções vegetarianas, vegans e também sem glúten, mas nada tema que também há uma diavola (15€) ou uma parma (17,50€). Escondida numa boaboa.pt rua, perto da Praça das Flores, esta é uma pizzaria biológica, o que significa que aqui só se trabalha com fornecedores orgânicos, tanto portugueses como italianos. São, provavelmente, as pizzas com a massa mais fina da cidade, o que as torna surpreendentemente leves.

O sortido era pouco sortido, só de dois tipos, ambos bons e feitos na casa, a massa pegajosa e fina como deve ser, lá dentro gambas, por cima cebolo. O que veio para a mesa foi apenas um tipo de dim sum, conhecido internacionalmente como dumplings, pequenos raviólis de massa de farinha de trigo ou de arroz, normalmente recheados com camarão ou carne ou ambos. Se espreitar para dentro do balcão da cozinha aberta, vai ver tachos a fumegar, o som de woks a crepitar, proteínas e legumes
a sério a serem atirados lá para dentro. Clique para aceder aos nossos menus Foi no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, no coração de Lisboa, que o nosso conceito Boa-Bao ganhou vida.

Terreno em condomínio fechado à venda na Rua Manoel Leal, 10, Zélia Barbosa Rocha, Arapiraca

Já a carta, é perfeita para ser partilhada, destacando-se pratos de conforto como a corvina com arroz fresco de limão e coentros ou o arroz de cabrito com enchidos e laranja. O espírito é o dos pratos para partilhar, empratamentos sem rococó, estética bistrô, sabores tugas, do croquete em brioche com jus, à língua de vaca com grão e poejo, passando pelas migas com abanicos de porco ou o arroz doce de sarrabulho. Estamos perante cozinha portuguesa pela geração pós-Maria de Lourdes Modesto, pós-Avillez, pós-Michelin, receitas tradicionais em ácidos, em vez de um twist o que temos muitas vezes são mortais encarpados — mas não à retaguarda.

  • Nos outros centros comerciais em Lisboa acontece precisamente o mesmo!
  • Inicialmente criadas a partir de sobras de bacalhau misturadas com ingredientes comuns como farinha, ovos e salsa, as pataniscas eram uma solução prática para uma refeição saciante que podia ser facilmente partilhada e consumida à mão.
  • Não há montra para a rua nem nada que anuncie o que está para lá do número 31 da Rua Rodrigues Sampaio, a dois passos da Avenida da Liberdade.
  • Já nos dias de cozido à portuguesa (quarta-feira e sábado) o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos.

Quando consumidas à refeição, como é mais comum hoje em dia nos restaurantes tradicionais de Lisboa, são geralmente servidas com um acompanhamento de arroz malandrinho de feijão. No entanto, a importação mais significativa foi o bacalhau, que se tornou a base de inúmeros pratos tradicionais portugueses, ganhando assim o apelido ‘o fiel amigo’. Já deves ter a nossa lista com os melhores gelados na cidade e, com certeza, também as sugestões dos nossos leitores, mas comer um sorvete n’ A Veneziana tem outro encanto. Lisboa tem algumas das melhores gelataria do mundo!

Vinho que encontras no supermercado foi dos melhores que provámos nos últimos tempos

A Sé de Lisboa é a igreja mais antiga da cidade e a sede do Patriarcado de Lisboa e da Paróquia da Sé. O Teatro Nacional de São Carlos é a nossa casa da ópera por excelência, munida de uma sala de concertos ímpar em Lisboa e no país. E esta é a rua mais verde de Lisboa, decorada com o que de mais fresco existe. Uma vez no Lx Factory, não há como não visitar as suas famosas casas de banho. A Bertrand Chiado é a livraria mais antiga do mundo e fica cá em Lisboa, mais precisamente no Chiado.

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Ainda assim, são muitos os restaurantes abertos ao domingo (grande parte destes que lhe apontamos também estão à segunda-feira). Não há assim tantos restaurantes abertos até tarde em Lisboa e é normal. Mesas corridas, bancos de pau, queijos e presuntos de entrada, um balcão com um mostrador de petiscos completo e uma ardósia que apresenta os pratos do dia. De raízes minhotas, a Tasquinha do Lagarto prima pela boa comida portuguesa, é um facto.

Visite Portugal

As casas enquadram-se no projeto Eco-Bairro, que inclui pequenos espaços verdes, o reaproveitamento da água das chuvas para rega, eficiência energética com recurso a soluções de isolamento passivo e aquecimento de águas com recurso a energia solar. Lá dentro, mesas apertadas, sendo a sala interior uma coisa sem graça, com vista para uma cozinha aberta sem graça onde há mais pessoas sisudas. O sítio parece um avançado do célebre restaurante Edmundo, mesmo ao lado, não tem reclamo não tem nada. Ao anoitecer escuta-se o fado nos restaurantes típicos portugueses, e passa-se pelo Cais do Sodré que se enche de luzes e de gente que ali aprecia o lado mais boémio de Lisboa.

Até hoje, Cabral passou por dois hospitais como cozinheiro chef e somou quase dez anos como jogador do Estoril. No Bairro da Boavista há 16 hortas, cada uma para dois vizinhos, e as “barraquinhas” para as ferramentas são divididas por quatro pessoas. António procurou entre o que foi outrora construído no Boavista e o que todos os dias se constrói.

Menu principal

Na carta, fundem-se as influências do chef em pratos pouco convencionais. O restaurante é feito à imagem do dono, Belmiro de Jesus, que já passou por outras instituições de cozinha tradicional portuguesa, como sejam a Tia Matilde e o Salsa e Coentros. Depois de uma troca de chef – Nuno Costa é quem está à frente da cozinha – as atenções viraram-se para as massas frescas, feitas ali todos os dias e em destaque num menu executivo (29€). Quase quatro anos depois, ainda sem dar vazão, e uma febre de ramen na cidade, abriram um segundo restaurante, apostaram em caldos mais complexos e voltaram até fazer os noodles em casa, tal como acontecia quando o Ajitama era ainda uma espécie de segredo.

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Lisboa nunca teve a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. O Zé dos Cornos é um restaurante para ir sem preconceitos e sem medo de sujar as mãos. Há rissóis
 de leitão, de camarão, pastéis de bacalhau e croquetes para comer com um copinho de vinho ou de ginja.

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